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Disfunção Erétil x Saúde Mental

A incapacidade do homem alcançar ou manter a ereção para ter relação sexual, é chamada disfunção erétil. 

Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, nem todos os idosos têm o problema, já que para desenvolvê-lo vários fatores devem ser levados em consideração, inclusive o bem-estar mental, físico e hábitos alimentares saudáveis.

“Quem envelhece com uma boa saúde consegue manter a ereção”, afirma o urologista Raphael Rocha, do Hospital São Lucas Copacabana, em entrevista à GQ Brasil.

São diversas as causas da disfunção erétil. A mais frequente está ligada ao emocional do indivíduo, como quando ele está passando por um período de ansiedade na vida ou por medo de falhar na relação, por exemplo. Esse fator é mais comum em jovens.

“Pacientes deprimidos ou com crise de ansiedade podem ter baixa libido, isto é, pouco interesse sexual, ou no momento que vão ter relação sexual os níveis de adrenalina no sangue aumentam, o que inibe a ereção”, explica Rocha.

Já as causas orgânicas envolvem, geralmente, problemas como diabetes, pressão alta e até mesmo procedimentos cirúrgicos como a retirada da próstata. Há também a dificuldade de manter o pênis rígido quando envolvem os dois fatores, o emocional e o físico.

Como tratar a disfunção erétil?

O urologista vai verificar primeiro se a disfunção erétil tem caráter emocional. Se for este o fator, o paciente terá de ter o acompanhamento de um psicólogo.

Se a causa for somente ou também orgânica, o tratamento inclui medicamentos orais, que podem ser utilizados diariamente e em doses baixas. Nesse caso, é mais indicado para quem tem uma relação estável.

Já o tratamento com medicamentos sob demanda é indicado para quando o paciente vai ter uma relação sexual.

Mudanças no estilo de vida também são fundamentais para a solução do problema. Por isso, é mais do que recomendável a prática de exercícios físicos, parar de fumar e moderar o consumo de álcool.

Rocha garante que não há motivos para o indivíduo não conseguir ter relação sexual diante dos tratamentos que existem hoje em dia.

“O que precisamos é que ele vá ao médico para fazer o tratamento adequado”, afirma. “O acolhimento da parceira ou do parceiro faz toda a diferença para [o paciente] atingir o objetivo, que é não ter disfunção erétil.”

Fonte: GQ Brasil

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Redação TVPsi
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