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Dia Mundial de Combate ao Bullying

Hoje, 20 de outubro, assinala-se o Dia Mundial de Combate ao Bullying, uma data que tem vindo a alertar para este problema com que muitas crianças e jovens vivem na sua idade escolar. O desafio deste dia é consciencializar as pessoas para esta forma de violência, apoiar e incentivar as vítimas a denunciar estas graves situações, pois é um assunto que diz respeito a todos, todos os dias do ano. 

Esta forma de violência física, psicológica e/ou sexual entre pares, desenvolve-se a partir de um padrão intencional e continuado de comportamentos marcados por agressão, provocação, ameaças, intimidação. Uma prática que ocorre em relações caracterizadas por desequilíbrio de poder entre a vítima e pessoa agressora, com impacto no bem-estar de crianças e jovens por todo o seu ciclo de vida.

A violência ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou denuncia a agressão sofrida, pelo que esta sensibilização é extensível aos pais, professores e funcionários pelos sinais de alerta que devem procurar denunciar e saber reconhecer, nas escolas e em ambiente familiar.

Atualmente, e associado ao recurso às novas tecnologias, em especial às redes sociais, o bullying tem assumido novos contornos, dando origem à vertente virtual do “ciberbullying“.

Por norma os sinais de alerta são silenciosos, aconselhando-se os pais, professores e todos os cuidadores a estarem atentos a sinais, tais como alterações de humor, abatimento físico e/ou psicológico, sinais de impaciência ou ansiedade, queixas físicas permanentes (dores de cabeça, de estômago, perturbações no sono, nódoas negras), irritabilidade extrema, ou qualquer outra mudança de comportamento.

Embora o bullying não se encontre tipificado na legislação penal como crime,  o mesmo está associado a vários crimes tais como crimes de ofensas à integridade física, injúrias, ameaça e coação, correspondendo os dois primeiros aos comportamentos mais frequentes.

Para a prevenção do fenómeno é essencial que cuidadores/as e educadores/as promovam competências socioemocionais em crianças e jovens, com base nos princípios de igualdade, empatia e respeito pela diversidade.

CRÉDITOS (IMAGEM E TEXTO ADAPTADO): Serviço Nacional de Saúde (SNS) / Guarda Nacional Republicana (GNR), Portugal / Sapo.pt – “Notícias do Sorraia”, em 20/10/2021.

Autor

Redação TVPsi
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