<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>, Autor em Portal TV PSI</title>
	<atom:link href="https://tvpsi.tv/author/bastosb/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tvpsi.tv/author/bastosb/</link>
	<description>Rede Saúde Mental</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Dec 2021 19:20:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2020/09/cropped-identidade-tv-32x32.png</url>
	<title>, Autor em Portal TV PSI</title>
	<link>https://tvpsi.tv/author/bastosb/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Questão de escolha</title>
		<link>https://tvpsi.tv/questao-de-escolha/</link>
					<comments>https://tvpsi.tv/questao-de-escolha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 19:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tvpsi.tv/?p=29275</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por José Carlos de Sousa * Pensadores e filósofos pontuam que destino não é uma questão de sorte e sim de escolha. Não é algo a se esperar, mas a se conquistar. Enfatizam a necessidade de fazer escolhas para a construção do destino e o direito, inalienável, do ser humano à liberdade da autodeterminação. É isso [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/questao-de-escolha/">Questão de escolha</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por <em>J</em></strong><em><strong>osé Carlos de Sousa *</strong></em></p>



<p>Pensadores e filósofos pontuam que destino não é uma questão de sorte e sim de escolha. Não é algo a se esperar, mas a se conquistar. Enfatizam a necessidade de fazer escolhas para a construção do destino e o direito, inalienável, do ser humano à liberdade da autodeterminação.</p>



<p>É isso mesmo. A vida não é um jogo de dados em que as pessoas têm seus destinos forjados por combinações fortuitas nem elas são marionetes atadas aos cordéis de um titereiro pândego.</p>



<p>A vida é sempre uma combinação de atitudes e comportamentos, ações e inações, lutas e fugas, construções e destruições, risos e lágrimas, fé e dor, além de elevadas e desnecessárias doses de egoísmo, violência e cinismo, mas tudo permeado por muita esperança.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa amálgama é resultado do exercício da vontade livre e do desejo, experimentados em cada momento da existência. A vida é sempre fruto de escolhas singulares em todos os tempos. Ela flui em um crescendo de renovações, a cada alternativa que se experimenta. E ainda que as escolhas impliquem “erro existencial”, algo foi estabelecido, feito e modificado.</p>



<p>Esta, talvez, seja uma das mais importantes questões da existência humana: a escolha e seus efeitos, a opção e suas consequências. De modo geral, todas as dificuldades a serem enfrentadas na existência, a escalada da violência e da insegurança, a corrupção, as doenças, as questões financeiras, a fome, a ansiedade, a depressão e tudo o que se mistura no caldeirão do sofrimento humano são frutos de escolhas individuais e coletivas equivocadas, fundamentadas em valores calcados no individualismo e na intolerância.</p>



<p>O sofrimento psicológico também se inscreve nessa categoria. A dor moral é igualmente gerada pela escolha individual. Perdido em interesses particulares, o ser humano esquece que escolha tem estreita relação com senso crítico, discernimento, sensatez e capacidade de ser empático. Enquanto esses valores não forem desenvolvidos, as escolhas tenderão a produzir consequências prejudiciais no campo ampliado das relações humanas ou benéficas no campo restrito do egoísmo. Nesse caso, determinadas escolhas não ampliam possibilidades para o indivíduo, nem lhe abrem estradas para maior conforto do processo vivencial. Ao contrário, dificultam sua caminhada.</p>



<p>Viver é criar e evoluir; crescer. Criação e evolução só acontecem em processos em que escolhas adequadas estejam presentes. Fora disso, é estagnação.</p>



<p>Sabe-se que todo crescimento é uma mudança e, por isso, traz alguma dor. A espécie humana ainda não encontrou caminhos evolutivos totalmente isentos de dor. Assim, crescer dói, e escolher também dói. Mas, não escolher é estagnar, o que resulta em sofrimento.</p>



<p>A cultura humana, de modo geral, parece levar à ideia de certa obrigação moral e de compulsoriedade evolutiva inerente à nossa espécie, em razão de um presumido determinismo biológico, da ênfase filosófica presente em diversas culturas e de conhecimentos espirituais, ancestrais e contemporâneos.</p>



<p>Em muitos, há mesmo uma premência em evoluir. Esquecem que tudo tem o seu tempo, o seu momento. Para evoluir, é preciso investir capital emocional. A evolução só se consegue com o conhecimento de si mesmo, quando entendemos como funcionamos e porque fazemos as escolhas que fazemos.</p>



<p>Na verdade, não deve haver urgência, para que o processo não se torne fonte de ansiedade e angústia. Todavia, é preciso colocar-se a caminho. É preciso tornar-se forte para fazer as escolhas ainda necessárias, mais consentâneas com o projeto de vida adotado. Isso deve ser feito sem medo da dor e sim com a expectativa de contentamento pelo novo. Nem toda dor deve ser razão de sofrimento. Como já ensinaram os mestres, a<a href="http://kdfrases.com/frase/139854"> <span class="has-inline-color has-black-color">dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.</span></a></p>



<p><strong>*</strong> <strong><em>José Carlos de Sousa é psicólogo, especialista em Psicologia Clínica, Terapia EMDR, Terapia Cognitivo-comportamental, Gestalt-Terapia, Psicossomática, Hipnose Clínica, TFT, EFT e em Transtornos Alimentares.</em></strong> <strong><em>É colunista e membro do Conselho Editorial da TV PSI.</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/questao-de-escolha/">Questão de escolha</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tvpsi.tv/questao-de-escolha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O psicopata mora ao lado</title>
		<link>https://tvpsi.tv/o-psicopata-mora-ao-lado/</link>
					<comments>https://tvpsi.tv/o-psicopata-mora-ao-lado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 18:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tvpsi.tv/?p=29267</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por José Carlos de Sousa * “O beijo, amigo, é a véspera do escarro,&#160;A mão que afaga é a mesma que apedreja.” Augusto dos Anjos (Versos Íntimos) Em 1955, o prolífico e genial diretor de cinema Billy Wilder dirigiu o filme “O pecado mora ao lado”. Trata-se de uma comédia leve, bem ao gosto americano, que [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/o-psicopata-mora-ao-lado/">O psicopata mora ao lado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por <em>J</em></strong><em><strong>osé Carlos de Sousa *</strong></em></p>



<p class="has-text-align-right">“O beijo, amigo, é a véspera do escarro,&nbsp;<br>A mão que afaga é a mesma que apedreja.”</p>



<p class="has-text-align-right">Augusto dos Anjos (Versos Íntimos)</p>



<p>Em 1955, o prolífico e genial diretor de cinema Billy Wilder dirigiu o filme “O pecado mora ao lado”. Trata-se de uma comédia leve, bem ao gosto americano, que traz uma cena transformada em ícone da cinematografia mundial: aquela em que o vestido esvoaçante da personagem vivida por Marilyn Monroe, ao passar pelo respiradouro de um metrô, revela as bem torneadas pernas da atriz. Uma ousadia para a época.</p>



<p>No filme, a exuberante Marilyn Monroe torna-se amiga de seu vizinho, um escritor que fica pirado com a atração incontrolável que sente pela loira e com a perspectiva da infidelidade.</p>



<p>A moral da história, se deve haver alguma, é que estamos todos sujeitos a encontros incidentais e a situações inesperadas passíveis de nos levar à ansiedade e à angústia, se não conhecemos realmente a nós mesmos  ̶  e, portanto, não somos capazes de autocontrole  ̶  nem conhecemos de fato as pessoas que nos rodeiam  ̶  e, portanto, não somos capazes de prever ou controlar o que elas ou possam fazer, em nosso favor ou contra nós.</p>



<p>“O pecado mora ao lado” bem pode ser traduzido por “O perigo mora ao lado” ou, nos dias atuais, por “O psicopata mora ao lado”, já que muitas vezes temos ao nosso lado um personagem que se enquadra à perfeição nos títulos sugeridos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2021/12/O-pecado-mora-ao-lado.jpg" alt="" class="wp-image-29269" width="671" height="398"/><figcaption>                       Marilyn Monroe e Tom Ewell, em &#8220;O Pecado Mora ao Lado&#8221; (1955)  /  20th Century Fox</figcaption></figure>



<p>De modo geral, as pessoas apresentam-se sempre “saudáveis”. Está tudo bem, enquanto não são perturbadas em seu mundo idílico, no qual suas ideias devem ser sempre consideradas e respeitadas; suas atitudes percebidas e apreciadas; seus comportamentos aplaudidos, seus temores dissipados e suas inseguranças desmanteladas.</p>



<p>Para algumas dessas pessoas, o não atendimentos a estas condições, no todo ou em parte, é o gatilho para que elas demonstrem o “lado negro da força”.&nbsp; Nessa situação, nem o Mestre Yoda, com seu sabre de luz, conseguirá conjurar o perigo que representam para o bem-estar das relações em que estão e mesmo para o bem-estar daqueles que com elas convivam.</p>



<p>Por definição, o psicopata é um indivíduo que sofre de um distúrbio mental grave, caracterizado por comportamentos antissociais, incapacidade ser empático e de estabelecer vínculos afetivos adequados. Não sente arrependimento ou remorso por seu comportamento maldoso, o qual justifica de conformidade com um código amoral, fundamentado no egoísmo e na sua incapacidade de ver além do que ele imagina ser a sua verdade.</p>



<p>Obviamente, há inúmeras gradações possíveis nessa situação, mas em todas existe o risco de as pessoas que estão à volta do psicopata saírem feridas, de uma ou de outra forma.</p>



<p>Isso decorre do fato de o psicopata ser incapaz para o exercício do amor, em suas mais variadas facetas. Ele fantasia o que poderia ser amor, mas o que produz é “amor morto”, é “não amor”. E a vida não oferece espaços para a indiferença. Se não há amor, há sofrimento.</p>



<p>O que torna essa situação mais problemática é que psicopatas não trazem marcas ostensivas desde sempre. Podem não ser reconhecidos de pronto. Podem conviver por anos com uma pessoa, sem que sua paranoia escape das contenções frágeis que um verniz educacional (o familiar e o formal), a incipiente consideração que esboçou ter pelo outro (construída em momentos infantis ou juvenis em que ainda pressentia a importância da vida de relação) e o medo (igualmente infantil) construíram ao derredor do seu psiquismo alterado.</p>



<p>Problema ainda é o fato de o psicopata poder apresentar-se de forma sedutora, envolvendo consciências desarmadas em tramas de cuja maldade nem ele próprio se dá conta.</p>



<p>A situação representa uma doença, na mais forte expressão da palavra, que requer tratamento especializado, além de posicionamento firme dos que estejam sofrendo os efeitos dos comportamentos doentios. Não se posicionar é colocar-se em situação de desamparo, um desamparo que, pela repetição, entranha-se no ser, levando a quadros de depressão e a outros igualmente graves.</p>



<p>Posicionar-se sempre. Confrontar não. Muitas vezes é no silêncio eloquente que se responde à virulência das psicoses das pessoas ditas comuns, aquelas que se alternam entre o beijo e o escarro.</p>



<p><strong>*</strong> <strong><em>José Carlos de Sousa é psicólogo, especialista em Psicologia Clínica, Terapia EMDR, Terapia Cognitivo-comportamental, Gestalt-Terapia, Psicossomática, Hipnose Clínica, TFT, EFT e em Transtornos Alimentares.</em></strong> <strong><em>É colunista e membro do Conselho Editorial da TV PSI.</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/o-psicopata-mora-ao-lado/">O psicopata mora ao lado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tvpsi.tv/o-psicopata-mora-ao-lado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depressão: Quando o seu inimigo é você</title>
		<link>https://tvpsi.tv/depressao-quando-o-seu-inimigo-e-voce/</link>
					<comments>https://tvpsi.tv/depressao-quando-o-seu-inimigo-e-voce/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 14:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tvpsi.tv/?p=29240</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por José Carlos de Sousa * O cérebro humano é a mais fantástica “engrenagem” desse veículo físico que usamos na grande aventura chamada vida. Ele manifesta essa outra dimensão surpreendente que conhecemos como mente. A função básica desse mecanismo é, como a de todo organismo, preservar a vida e garantir o bem-estar individual. Entre uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/depressao-quando-o-seu-inimigo-e-voce/">Depressão: Quando o seu inimigo é você</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por <em>J</em></strong><em><strong>osé Carlos de Sousa *</strong></em></p>



<p>O cérebro humano é a mais fantástica “engrenagem” desse veículo físico que usamos na grande aventura chamada vida. Ele manifesta essa outra dimensão surpreendente que conhecemos como mente. A função básica desse mecanismo é, como a de todo organismo, preservar a vida e garantir o bem-estar individual.</p>



<p>Entre uma e outra função, a evolução sofisticou o sistema, tornando-o cada vez mais sistêmico e complexo, mais determinante dos rumos que cada um imprime ao seu existir e das formas como vivenciará essa experiência.</p>



<p>Usamos nosso cérebro e nossa mente em benefício de nós mesmos e de nossas conquistas. Esforçamo-nos para aprender a fazer isso. Milhares de livros de autoajuda foram e continuam sendo escritos, tentando ensinar-nos como utilizar essa ferramenta.</p>



<p>Nem sempre a educação formal e a familiar nos habilitam para isso. Carentes dessa capacitação, quando vivenciamos experiências negativas e dolorosas, traumas, desenganos, frustrações e tantas outras possibilidades de dor emocional, costumamos reverter a função básica do binômio cérebro-mente e transformá-lo numa fábrica de sofrimentos.</p>



<p>É quando você instala dentro de si o seu próprio inimigo.</p>



<p>Da Filosofia às religiões, de Buda a Nietzsche, passando pelas diferentes abordagens da Psicologia, o ensinamento é claro: o pior inimigo está dentro de você mesmo e ninguém pode lhe causar mais dano do que seus próprios pensamentos.</p>



<p>Você é seu inimigo quando não se ama.</p>



<p>Você é seu inimigo quando não se cuida.</p>



<p>Você é seu inimigo quando não respeita seus limites e exige de si mais do que pode dar.</p>



<p>É preciso se cuidar, se conhecer, se respeitar.</p>



<p>Não sugiro aniquilar o inimigo interno. Ao contrário, sugiro que você olhe para ele e o conheça bem. Na verdade, ele mostra o que precisa ser mudado em você, para uma vida mais proveitosa. Ele é a placa indicativa a mudança de rota a ser feita.</p>



<p>Trabalhe-se. Aceite-se. Reveja a forma como recebe as mensagens dos demais. Não queira agradar a todos.</p>



<p>Sobretudo, permita-se ser humano, compreendendo que é com os erros que se aprende. Errar é um aprendizado, não é uma vergonha.</p>



<p>Considere o ensinamento do antigo provérbio africano: quando não temos inimigos internos, os inimigos externos não podem nos fazer mal.</p>



<p><strong>*</strong> <strong><em>José Carlos de Sousa é psicólogo, especialista em Psicologia Clínica, Terapia EMDR, Terapia Cognitivo-comportamental, Gestalt-Terapia, Psicossomática, Hipnose Clínica, TFT, EFT e em Transtornos Alimentares.</em></strong> <strong><em>É colunista e membro do Conselho Editorial da TV PSI.</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv/depressao-quando-o-seu-inimigo-e-voce/">Depressão: Quando o seu inimigo é você</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvpsi.tv">Portal TV PSI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tvpsi.tv/depressao-quando-o-seu-inimigo-e-voce/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
