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	<title>Arquivos Saúde Mental - Portal TV PSI</title>
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	<title>Arquivos Saúde Mental - Portal TV PSI</title>
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		<title>Projeto facilita acesso de pessoas com autismo a tratamento com canabidiol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 20:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria e Fármacos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, o Projeto de Lei 2041/24 cria programa para facilitar o acesso de pessoas com autismo a tratamentos à base de canabidiol. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.&#160;Segundo o texto, para ter acesso gratuito aos medicamentos com canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os pacientes deverão estar cadastrados no Programa Nacional de [&#8230;]</p>
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<p>No Brasil, o Projeto de Lei 2041/24 cria programa para facilitar o acesso de pessoas com autismo a tratamentos à base de canabidiol. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.&nbsp;Segundo o texto, para ter acesso gratuito aos medicamentos com canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os pacientes deverão estar cadastrados no Programa Nacional de Facilitação ao Acesso de Tratamentos à Base de Canabidiol (CBD) para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>



<p>Para o cadastramento, serão exigidos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>laudo de profissional habilitado com justificativa e prescrição para o uso de medicamento não registrado no Brasil em comparação com as alternativas terapêuticas já existentes registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);</li><li>prescrição médica contendo o nome do paciente e do medicamento, a posologia, o quantitativo necessário, o tempo de tratamento, a data, assinatura e o número do registro do profissional; e</li><li>uma declaração de responsabilidade e esclarecimento do paciente para a utilização do medicamento.</li></ul>



<p>O programa será coordenado pelo Ministério da Saúde com a colaboração da Anvisa.</p>



<p><strong>Resultados promissores</strong><br>“Pesquisas recentes têm mostrado resultados promissores sobre o uso do CBD em pacientes com TEA. Estudos em modelos animais e estudos abertos em humanos sugerem que o CBD pode levar a melhorias nas interações sociais, na comunicação verbal e na redução de comportamentos agressivos e hiperativos”, argumenta o autor, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI).</p>



<p>“Além disso, há cada vez mais decisões judiciais que concedem o direito ao tratamento do TEA a base de canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando a necessidade de se regulamentar e facilitar o acesso a esses tratamentos no Brasil.”</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2024/07/AUTISMO.jpg" alt="" class="wp-image-30342" width="734" height="1085" srcset="https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2024/07/AUTISMO.jpg 690w, https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2024/07/AUTISMO-203x300.jpg 203w, https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2024/07/AUTISMO-150x222.jpg 150w, https://tvpsi.tv/wp-content/uploads/2024/07/AUTISMO-300x443.jpg 300w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></figure>



<p><strong>Próximos passos</strong><br>A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Saúde; de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta também precisa ser aprovada pelo Senado.</p>



<p><em>Fonte: Agência Câmara de Notícias</em></p>



<p></p>
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		<title>Dica do especialista: Violência Doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 13:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dica do Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Clínica]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[#saudemental]]></category>
		<category><![CDATA[#trauma]]></category>
		<category><![CDATA[#violenciadomestica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dica do Especialista em 3&#8242; de hoje, a psicóloga Adriana Kortlandt aproveita este espaço para falar sobre a violência doméstica. Um tema sensível que pode, infelizmente, acompanhar e marcar uma pessoa por muito tempo. No vídeo, a especialista é enfática ao afirmar que calar-se por medo, ocultando o trauma, não irá cessar a violência [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p>No<em> Dica do Especialista em 3&#8242; </em>de hoje, a psicóloga Adriana Kortlandt aproveita este espaço para falar sobre a violência doméstica. Um tema sensível que pode, infelizmente, acompanhar e marcar uma pessoa por muito tempo. </p>



<p>No vídeo, a especialista é enfática ao afirmar que calar-se por medo, ocultando o trauma, não irá cessar a violência e que a única forma é buscar ajuda. Assista ao vídeo e confira. </p>



<p>Adriana Kortlandt é Coordenadora de Difusão Cultural da TV PSI. Escritora e psicóloga franco-brasileira. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="hi6dqx1I4yw"><iframe title="Violência Doméstica" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/hi6dqx1I4yw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p></p>
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		<title>Covid-19: Uma em cada cinco pessoas sofrerão de doença mental no futuro</title>
		<link>https://tvpsi.tv/covid-19-uma-em-cada-cinco-pessoas-sofrerao-de-doenca-mental-no-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 14:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[#saudemental]]></category>
		<category><![CDATA[Pisicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximadamente uma em cada cinco pessoas vítimas de Covid-19 são diagnosticadas com uma doença do foro psiquiátrico como depressão, ansiedade ou insónia crónica três meses após terem testado positivo para o novo coronavírus, revela um artigo publicado no jornal The Guardian. A análise &#8211; conduzida por investigadores da Universidade de Oxford e do NIHR Oxford [&#8230;]</p>
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<p>Aproximadamente uma em cada cinco pessoas vítimas de Covid-19 são diagnosticadas com uma doença do foro psiquiátrico como depressão, ansiedade ou insónia crónica três meses após terem testado positivo para o novo coronavírus, revela um artigo publicado no jornal The Guardian.</p>



<p>A análise &#8211; conduzida por investigadores da Universidade de Oxford e do NIHR Oxford Health Biomedical Research Centre – apurou ainda que pessoas com doenças mentais pré-existentes apresentavam uma probabilidade 65% superior de serem diagnosticadas com Covid-19, comparativamente a indivíduos saudáveis, mesmo tendo em conta outros fatores de risco como a idade, género, raça e problemas físicos.</p>



<p>&#8220;Esta descoberta foi inesperada e necessita de mais investigação. Entretanto, ter uma doença mental deve ser acrescentado à lista de fatores de risco para a Covid-19&#8221;, disse o médico Max Taquet, investigador no NIHR e um dos autores da análise.</p>



<p>Os cálculos foram feitos tendo como base os registos médicos de cerca de 70 mil norte-americanos, incluindo mais 62 mil casos de Covid-19 que não requereram internamento hospitalar ou ida às urgências. A incidência de qualquer diagnóstico de doença mental entre os 14 e 90 dias após o diagnóstico de Covid-19 foi de 18.1%, incluindo 5.8% que foram diagnosticados pela primeira vez.</p>



<p>De modo a analisaram se o risco acrescido estava diretamente associado à Covid-19, os investigadores compararam os dados de seis outras condições de saúde no mesmo espaço temporal: gripe comum; outras infeções do trato respiratório; infeções cutâneas; cálculos biliares; pedra nos rins e fratura de ossos.</p>



<p>Nos três meses após o diagnóstico da Covid-19, 5.8% dos pacientes registaram o seu primeiro diagnóstico clínico de doença mental, relativamente a 2.5% a 3.4% de pacientes que não estiveram infetados com o SARS-CoV-2 e sofreram de outros problemas de saúde. Quase duplicando o risco, de acordo com o artigo científico publicado no periódico Lancet Psychiatry.</p>



<p>Os investigadores sugerem ainda que pessoas de extratos sociais mais empobrecidos estão igualmente mais predispostas a sofrer de doenças mentais. Sendo que por sua vez, a pobreza também aumenta a exposição ao novo coronavírus, sobretudo devido à habitação em casas sobrelotadas, além de condições de trabalho menos higiénicas e seguras.</p>



<p>Texto original em <a href="https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1623806/covid-19-uma-em-cada-cinco-pessoas-sofrerao-de-doenca-mental-no-futuro">Notícia ao Minuto</a></p>
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		<title>Como estará nossa saúde mental quando a pandemia tiver acabado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 19:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Clínica]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por enquanto, instituições ao redor do mundo estão dando tudo de si para chegar a uma vacina contra a COVID-19, e o fim da pandemia parece distante. Era para ser uma quarentena, porém, longos meses se passaram e muitas pessoas estão cansadas de ouvir e falar sobre pandemia, coronavírus e isolamento social. Com esse cenário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por enquanto, instituições ao redor do mundo estão dando tudo de si para chegar a uma vacina contra a COVID-19, e o fim da pandemia parece distante. Era para ser uma quarentena, porém, longos meses se passaram e muitas pessoas estão cansadas de ouvir e falar sobre pandemia, coronavírus e isolamento social. Com esse cenário se estendendo mais do que deveria, a saúde mental é abalada de diferentes formas. E, assim, a ‘conta emocional’ deste ‘provisório que se tornou permanente’ começa a chegar. Mas&#8230; e quando a pandemia acabar, como estaremos em questão de saúde mental?</p>



<p>A psicoterapeuta Sabrina Amaral, da Epopeia Desenvolvimento Humano, relata que pessoas que nunca fizeram terapia, as quais os psicólogos definem como funcionais, estão em um estado de apatia, angústia, congelamento e não têm energia para sair da cama algumas vezes. “Com isso, podem desenvolver sintomas de déficit de atenção, insônia, problema de memória, irritabilidade fora do normal, distúrbios de apetite. Isso sem mencionar aquelas que já estavam em acompanhamento psicológico e tiveram recaídas profundas”, conta.</p>



<p>A especialista destaca a existência de artigos médicos que falam de uma consequência emocional por conta da pandemia, como o das Nações Unidas, que declara que o impacto da pandemia na saúde mental das pessoas &#8220;já é extremamente preocupante&#8221;. Os relatórios já indicam um aumento nos sintomas de depressão e ansiedade em vários países.</p>



<p>O artigo ainda aponta que grupos populacionais específicos correm um risco particular de sofrimento psicológico relacionado à COVID-19. Os profissionais de saúde da linha de frente, confrontados com cargas de trabalho pesadas, decisões de vida ou morte e risco de infecção, são particularmente afetados. Além disso, destaca aumento de três vezes na prevalência de sintomas de depressão em comparação com as estimativas antes da epidemia.</p>



<p>Outro artigo citado é o do Instituto Albert Einstein, que buscou sintetizar e analisar as evidências existentes sobre a prevalência de depressão, ansiedade e insônia entre os profissionais de saúde nessa pandemia. O trabalho apontou treze estudos incluídos em sua análise, com um total combinado de 33.062 participantes — a ansiedade foi avaliada em 12 desses estudos, com uma prevalência combinada de 23,2%, e a depressão foi fator de pesquisa em 10 estudos, com uma taxa de prevalência de 22,8%.</p>



<p>&#8220;Pessoas que outrora eram consideradas ‘funcionais’, psicologicamente falando, desenvolveram desde questões emocionais mais leves, como irritabilidade, stress, angústia, distúrbios do sono e apetite, até questões mais severas como depressão, ansiedade, pânico e fobias. A procura por psicoterapia online aumentou muito neste período, pois as pessoas têm dificuldade de lidar com as incertezas econômicas, o medo de contrair a doença sem mencionar a adaptação de toda uma vida dentro de casa em virtude do isolamento social&#8221;, explica a psicoterapeuta.</p>



<p>Sequelas na saúde mental</p>



<p>Quais sequelas podem ficar na saúde mental das pessoas depois que a pandemia acabar? Sobre isso, a psicoterapeuta destaca três grupos distintos: o primeiro deles é composto pelos profissionais da saúde que estão exaustos e esgotados. Para este grupo, as principais sequelas são de síndrome de Burnout e transtornos de ansiedade.</p>



<p>O segundo grupo, composto pelas pessoas que estão em isolamento social, teve um aumento significativo de sintomas de depressão e ansiedade (como mostra um estudo conduzido pela UFRJ, que exibiu um aumento de 80% deste quadro) e fobia social, pânico e TOC (transtorno obsessivo compulsivo) se desdobram destas questões psicológicas.</p>



<p>O último grupo é constituído por pessoas que contraíram a COVID-19 e se curaram. Uma pesquisa conduzida pela The Lancet evidenciou 35% de casos de Transtorno de Stress Pós Traumático, bem como quadros de depressão.</p>



<p>Sabrina cita, como principais desafios da pós-pandemia, o retorno à velha rotina, e cita pacientes que não se sentiam realizados profissionalmente e escondiam este sentimento atrás de uma vida ocupada demais. &#8220;Tem ainda aqueles que estão com medo das incertezas econômicas e financeiras que se desdobram na pandemia, e os que fazem parte dos três grupos e desenvolveram problemas emocionais em virtude do isolamento social, e que vão precisar voltar à rotina mesmo fragilizados psicologicamente&#8221;.</p>



<p>Conversamos também com a neuropsicóloga Sandra Morais, que cita que a pandemia impactou a saúde mental desde o inicio, pois foi algo que aconteceu inesperadamente. O isolamento social tem afetado a saúde mental de forma exorbitante, pois as pessoas, logo no início, sentiram muito medo do contágio. Também houve as perdas de amigos e familiares. &#8220;Fora que muitas pessoas tiveram perdas de renda e desemprego, e isso tem causado muita ansiedade, depressão, síndrome do pânico. Sem dúvida, a saúde mental das pessoas ficará abalada, podendo adquirir algumas sequelas como ansiedade, depressão e até fobias especificas&#8221;, conta a especialista.</p>



<p>Como reverter?</p>



<p>Com essa questão tão delicada, vem a dúvida: quais são as melhores formas de cuidar da nossa saúde mental durante a quarentena? A quais recursos podemos recorrer?</p>



<p>Sabrina reitera a importância de respeitar os limites e tempo emocionais. &#8220;Cada ser humano tem uma estrutura psicológica única e vai reagir de maneira diferente mediante os mesmos desafios. É importante exercitar a autocompaixão com suas limitações, encarar as coisas com mais leveza dentro de casa, seja nas questões de relacionamento, já que estamos todos em convivência forçada, seja nas questões de trabalho, uma vez que existe uma compreensão acima da média com as limitações do home office como barulhos, interrupções&#8221;, aponta a psicoterapeuta.</p>



<p>Sabrina acrescenta que é importante estabelecer uma rotina saudável que acomode trabalho, lazer, descanso, atividades físicas e tempo com a família. &#8220;Tudo isso respeitando a dinâmica em casa e das pessoas que moram nela. Conseguir ter isso minimamente definido traz uma sensação de segurança e de controle que nós perdemos nesta pandemia, mas que o ser humano tem necessidade de ter&#8221;.</p>



<p>Enquanto isso, Sandra compartilha de um ponto de vista semelhante, e sugere escolher uma hora do dia para se informar, por exemplo. &#8220;Evite ler ou assistir, de forma contínua, notícias relacionadas ao vírus, pois elas podem colaborar para uma pandemia de estresse&#8221;. Ela também sugere se desconectar um pouco das redes sociais. Ligar para amigos e familiares também é uma das dicas, principalmente para quem vive sozinho. &#8220;Eles vão servir como uma rede de suporte pessoal. Isso é essencial&#8221;, diz a neuropsicóloga.</p>



<p>Aproveitar o tempo livre para se dedicar à organização e estabelecer uma rotina também são alguns dos conselhos da profissional. &#8220;Entenda que nosso cérebro tem reações à falta de planejamento. Por isso, estabeleça uma rotina, eleja um horário de acordar, alimentar-se, arrume-se, faça um planejamento do dia seguinte na noite anterior. Aproveite também para se exercitar. Dessa forma, você vai ajudar a manter a sua saúde mental saudável, assim, você vai conseguir ter uma sensação de bem-estar e ainda pode conseguir reduzir tristeza, ansiedade e estresse&#8221;.</p>



<p>Terapia e tecnologia</p>



<p>Com isso, há duas coisas que podem se apresentar como aliadas nessa luta para manter a saúde mental. A primeira delas é a terapia. Sabrina conta que as pessoas já estão bem mais abertas e adeptas à psicoterapia, embora este ainda seja um tema permeado por muitos mitos e paradigmas. &#8220;Um deles é o &#8216;eu tenho que dar conta de tudo sozinho&#8217;. Algumas pessoas tem um agravamento de sintomas emocionais simplesmente porque acreditam nisso. Muitas vezes, uma sessão de 60 minutos de terapia ou aconselhamento psicológico pode poupar semanas de sofrimento para a pessoa e para aqueles que convivem com ela e acabam sofrendo junto&#8221;, descreve a psicoterapeuta.</p>



<p>Para Sandra, a terapia também é de um impacto imensurável. &#8220;Durante a pandemia é de suma importância para que possa haver redução nas consequências negativas que poderão surgir e para a prevenção da saúde mental. E será necessária após a pandemia, para que possa ser trabalhada a readaptação e como as pessoas poderão lidar com as incertezas, perdas e transformações&#8221;, aponta.</p>



<p>Outra aliada tem sido a tecnologia, com alguns poréns, é claro. &#8220;Se não fosse a tecnologia, certamente as sequelas emocionais seriam bem piores&#8230; Com ela foi possível adaptar as demandas da pandemia para o mundo digital: teleatendimento médico, psicoterapia, reuniões de família, festinhas de aniversário, missas e cultos nas igrejas, reuniões de trabalho, treinos de exercícios, continuidade das aulas, compras online&#8230; empreendedores criaram presença digital e infoprodutos que mantiveram seu faturamento&#8230; E tudo isso deve se manter no pós pandemia em maior ou menor escala&#8221;, indica Sabrina.</p>



<p>Ela ainda cita aplicativos que auxiliam na saúde emocional, desde os que ajudam a controlar a ansiedade, promover o autoconhecimento, acalmar a mente com meditações, podcasts até profissionais da saúde que produzem conteúdo nas redes sociais para promover alívio e manutenção do bem estar, dentre outros.</p>



<p>Por outro lado, Sandra faz um alerta: &#8220;A tecnologia diante da pandemia tem sido de grande valia. Mas é preocupante, pois após a pandemia, as pessoas estarão ainda mais voltadas para este tipo de ferramenta, pois a maioria das pessoas passam mais tempo com seus smartphones do que no convívio humano, e isso é perigoso, pois elas estão preferindo a vida virtual do que a vida real — e o uso descontrolado pode causar perda de foco, retenção de menos informações e, com isso, implicar em redução da memória&#8221;.</p>



<p>Fonte: Com informações de Nações Unidas Brasil, Instituto Albert Einstein, UERJ e The Lancet</p>



<p>Texto original em <a href="https://canaltech.com.br/comportamento/como-estara-nossa-saude-mental-quando-a-pandemia-tiver-acabado-170776/">Canaltech</a> por Nathan Vieira</p>
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		<item>
		<title>Aplicativo com IA verifica saúde mental por meio de padrões de voz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 12:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicativo desenvolvido por universidades da Califórnia acertaram em 78% os diagnósticos clínicos de saúde mental</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O uso de Inteligência Artificial (IA) associado à tecnologia de reconhecimento de voz pode ser útil para identificar mudanças na saúde mental da população. Essa é a premissa principal de um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos.</p>



<p>Para facilitar a comunicação com os pacientes, os cientistas criaram um aplicativo de resposta interativa por voz (URA) chamado MyCoachConnect. O programa era acessado por meio de uma ligação telefônica gratuita, usando identificação e senha pessoais.</p>



<p>Na fase piloto do projeto, <strong>47 pacientes foram acompanhados por 14 meses</strong>. Todos estavam sendo tratados por médicos especialistas em doenças mentais graves. Os pacientes deveriam ligar o aplicativo duas vezes por semana para fornecer autoavaliações e amostras abertas de resposta por meio de voz. Com base em suas preferências, foram eles que decidiram o horário e o dia da semana em que deveriam ligar.</p>



<p>A partir de uma voz gerada por um computador eram feitas perguntas aos pacientes, com o tempo limite de três minutos para responder, por exemplo:</p>



<p>1) “Como você está nos últimos dias?”;<br>2) “O que tem sido preocupante ou desafiador nos últimos dias?”;<br>3) “O que tem sido particularmente bom ou positivo?”.</p>



<p>Foram coletadas <strong>1.101 amostras vocais</strong>. No final, o programa de IA verificou as amostras para identificar e analisar palavras-chave, bem como padrões vocais de cada pessoa. Com isso, foram selecionadas as palavras de cada participante e verificado como elas mudavam a cada vez que ligavam. Os pesquisadores concluíram que a IA foi mais eficiente em monitorar as mudanças no estado mental dos participantes como se fossem seus próprios médicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dificuldades da medicina experimental</h2>



<p>Encontrar critérios objetivos para diagnosticar os sintomas e o grau das doenças mentais é uma das barreiras para o avanço dos estudos nessa área, avaliam os pesquisadores. Os experimentos atuais também requerem treinamento especializado dos aplicadores e um processo rígido científico. As pesquisas dependem de estudos realizados em larga escala, com perguntas que são específicas sobre sintomas e status funcional. As respostas obtidas ainda precisam ser confirmadas por recall para confirmação dos dados.</p>



<p>Os resultados são validados em nível populacional, tornando difícil o diagnóstico precoce de distúrbios agudos e a prevenção em nível individual. Os cientistas da Califórnia esperam que a IA possa aumentar a capacidade de análise de trajetórias individuais para apoiar um tratamento clínico mais proativo, além de melhorar o entendimento dos processos biológicos que provocam os padrões temporais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A influência da saúde mental nas palavras</h2>



<p>A linguagem fornece informações contextuais ligadas às experiências de vida dos pacientes e aos estados neuropsiquiátricos. Por exemplo, após a interrupção do sono, foram observados o aumento do uso de palavras em estados delirantes e a redução da fluência de palavras.</p>



<p>Na saúde mental, o uso de palavras específicas, incluindo emoções negativas ou positivas, foi associado a estados depressivos e à exposição a eventos traumáticos. Dessa maneira, aspectos acústicos e paralinguísticos da voz são, portanto, associados aos sintomas depressivos em resposta ao tratamento. Eles foram usados também para classificar os estados maníacos, depressivos, bipolares, afetivos e suicidas de indivíduos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados da pesquisa</h2>



<p>O algoritmo foi treinado de acordo com cada pessoa, sendo que a IA foi capaz de prever com precisão 78% estados clínicos reais. O resultado é semelhante à confiabilidade de inter-examinadores dos instrumentos usados para medir o estado da saúde mental na prática.</p>



<p>Já o modelo populacional teve correlação estatisticamente significativa entre as classificações da avaliação global realizadas por profissionais, usando amostras de fala de chamadas anteriores. Baseando-se nisso, essas descobertas podem ajudar na criação de intervenções clínicas que prevejam as necessidades do paciente, com o objetivo de proporcionar um atendimento proativo.</p>



<p>Fontes: Medical News Today, Plos One, UCLA, SUMMIT Saúde</p>
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		<title>Iniciativas de Atenção à Saúde Mental neste momento de Pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 20:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Psiconsciência teve por iniciativa, face aos alarmantes dados de comprometimento da saúde mental, a nível mundial, o lançamento do canal digital – TVPSI &#8211; de comunicação, informação bem como promoção do bem estar, do autoconhecimento, de reflexões existenciais, com o objetivo de contribuir nos termos das ecomendações da OMS, em seu “Relatório [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O Instituto de Psiconsciência</strong> teve por iniciativa, face aos alarmantes dados de comprometimento da saúde mental, a nível mundial, o lançamento do canal digital – TVPSI &#8211; de comunicação, informação bem como promoção do bem estar, do autoconhecimento, de reflexões existenciais, com o objetivo de contribuir nos termos das ecomendações da OMS, em seu “Relatório Mundial da Saúde – Saúde Mental: uma nova concepção, nova esperança”.</p>



<p>Temos, ainda, por objetivo promover a divulgação de conhecimentos a respeito não só do adoecimento físico, mental e psíquico-emocional, como também proporcionar maior esclarecimento ao público em geral, no âmbito da atenção primária à saúde, se encontrando na categoria das políticas e programas sustentáveis de prevenção e educação comunitária.</p>



<p>Para tanto, nós contamos com uma equipe de profissionais engajados nesse objetivo comum de modo a levar às pessoas, em uma linguagem acessível, informações de estudos científicos e caminhos de acesso a uma vida com mais integração individual, familiar, socioambiental.</p>



<p>Acesse: <a href="https://institutopsi.org/">https://institutopsi.org/</a></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>A Ordem dos Psicólogos Portugueses </strong>cria condições para manutenção do serviço aos membros à distância. A OPP tem permitido disponibilizar contributos da ciência psicológica no que diz respeito à informação e suporte a comunicação, bem como apoio específico a organizações no desenvolvimento de iniciativas para este momento de crise em que vivemos.</p>



<p>Acesse: <a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/covid19">https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/covid19</a></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>O Conselho Federal de Psicologia</strong> estabelece resolução regulamentando os serviços psicológicos prestados por meios de tecnologias da informação e comunicação durante o período pandêmico do COVID-19.</p>



<p>Acesse: <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-4-de-26-de-marco-de-2020-250189333">https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-4-de-26-de-marco-de-2020-250189333</a></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>A Fundação Oswaldo Crus, FIOCRUZ/Brazil</strong> elaborou o manual Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Pandemia de Covid-19 em que estabelece algumas recomendações gerais:&nbsp;</p>



<p>Segundo a FIOCRUZ, “estima-se, que entre um terço e metade da população exposta a uma epidemia pode vir a sofrer alguma manifestação psicopatológica, caso não seja feita nenhuma intervenção de cuidado específico para as reações e sintomas manifestados”.</p>



<p>Devido a necessidade do isolamento, na pandemia da Covid-19, houve um impacto no estado emocional e psicológico das pessoas. A FIOCRUZ desperta para as o estado com reações mais frequentes como: o medo de adoecer e morrer; perder as pessoas que amamos; perder os meios de subsistência, não poder trabalhar ou ser demitido; não receber um suporte financeiro; de sentir-se impotente perante os acontecimentos; irritabilidade; angústia; intensificação dos sentimentos de desamparo, tédio, solidão e tristeza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O manual propõe ademais estratégias de cuidado psíquico em situações de pandemia, dentre elas:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Reconhecer e acolher seus receios e medos;</li><li>Investir em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível do estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, entre outros.);</li><li>Manter contato, mesmo que virtual; investir e estimular ações compartilhadas de cuidado;</li><li>Reenquadrar os planos e estratégias de vida, de forma a seguir produzindo planos de forma adaptada às condições associadas a pandemia;</li><li>Manter ativa a rede socioafetiva mesmo que virtual com familiares e amigos;</li><li>Evitar uso do tabaco, álcool ou outras drogas para lidar com as emoções;</li><li>Buscar um profissional de saúde quando as estratégias utilizadas não estiverem sendo suficientes para sua estabilização emocional;</li><li>Buscar fontes confiáveis de informação;</li><li>Reduzir o tempo ouvindo coberturas midiáticas;</li><li>Compartilhar as ações e estratégias de cuidado e solidariedade;</li><li>Estimular o espírito solidário e incentivar a participação da comunidade.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Entre os efeitos mais recorrentes estão:</h2>



<p>Entre os transtornos psíquicos imediatos, os mais frequentes são os episódios depressivos e as reações de estresse agudo de tipo transitório.</p>



<p>E efeitos tardios mais recorrentes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>luto patológico;</li><li>depressão;</li><li>transtornos de adaptação;</li><li>manifestações de estresse pós-traumático</li><li>abuso do álcool ou outras substâncias que causam dependência;</li><li>transtornos psicossomáticos.</li></ul>



<p>Acesse: <a href="https://portal.fiocruz.br/sites/portal.fiocruz.br/files/documentos/cartilha_recomendacoes_gerais_06_04_0.pdf">https://portal.fiocruz.br/</a></p>
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		<title>Quadros psiquiátricos no pós COVID-19</title>
		<link>https://tvpsi.tv/quadros-psiquiatricos-no-pos-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 19:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que pensa o diretor do Programa Nacional de Saúde Mental de Portugal a respeito dos efeitos do Covid-19, na população portuguesa, no que se refere aos quadros neuropsiquiátricos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Miguel Xavier, subdiretor do Conselho Científico da Universidade Nova de Lisboa e Diretor do Programa de Saúde Mental, observa que a partir do surgimento do novo corona vírus a sociedade vem sofrendo significativas alterações em seu modo de viver, seja pelo impacto da paralização econômica, seja pela obrigatoriedade do isolamento e confinamento social. Considera que tais mudanças tenham implicações diretas na saúde mental da população, o que sugere a necessidade de uma especial atenção para com esta temática.</p>



<p>Entende que o efeito do advento do novo corona vírus na saúde mental seja algo que só agora se pode de fato notar. Pois as relações interpessoais foram remodeladas, com o aumento do convívio intrafamiliar e a diminuição do relacionamento social, ainda que os meio&nbsp; comunicação digitais tenham sido&nbsp; grandes facilitadores para esta interação.</p>



<p>Ressalta que já se pode observar, em geral, que são três as áreas psicologicas mais afetadas –ansiedade, depressão e perturbação do sono – e já se apresentam como emergentes, principalmente pela falta de perspectiva acarretada pela mudança drástica da maneira viver.</p>



<p>“Se por um lado [o confinamento] foi cumprido à risca, por outro, criou uma sensação, por vezes, de pânico”. Como no caso dos cenários de hospitais cheios, o risco da falta de leitos, a dificuldade respiratória, o alto número de mortes, o esvaziamento das ruas reportado diariamente pela mídia, provocou um medo muito grande.</p>



<p>Argumenta que para as pessoas que já possuiam problemas prévios, é possível que tais problemas tenham se agravado. Nestes casos, os sintomas sao propensos a se intensificarem, podendo prolongar até mesmo a um estado alarmante e incapacitante para quem os vivencia.</p>



<p>Aponta que o confinamento atingiu diferentes faixas etárias. Para uns, existe um alto risco de vida, já para outros,&nbsp; uma dificuldade enorme em lidar com o confinamento. Ou seja, ao passo que os mais velhos&nbsp; temem a contaminação, para jovens e crianças a dificuldade está em passar pelo isolamento social propriamente dito.</p>



<p>Além, de todas estas questões a respeito do Covid-19, há também evidências científicas msotrando que indivíduos que tiveram o vírus, e se recuperaram, apresentam efeitos neurológicos e neuropsiquiátricos que podem vir a instalar-se como quadros psiquiátricos. <strong>Indícios apontam que o novo corona-vírus é neurotrópico, ou seja, que atinge o sistema nervoso central.</strong> O que inspira ainda mais os cuidados para com a saúde mental.</p>



<p>Hoje, presume Xavier, estamos vivendo uma fase intermédia: o processo de desconfinamento. Bastou isto, para os sintomas de ansiedade e depressão, em algumas pessoas, darem sinais de rebaixamentos ou de desaparecimento.&nbsp; Porém, reforça, que tudo isso é para nós, ainda um ponto de interrogação.</p>



<p>Acredita que as medidas de apoiamento social tenham sido determinantes para que o quadro da saúde mental português não se tenha agravado até agora. O que sugere é um cuidado especial para que não tenhamos desdobramentos, como quadros neurológicos, neuropsiquiátricos e psiquiátricos.&nbsp;</p>



<p>Considera ser um grande avanço o fato de o tema saúde mental ser, hoje, prioritário para as agendas midiáticas.</p>



<p>Aponta que a grande desigualdade social possa ser a vertente responsável por um crescimento e desenvolvimento maior das perturbações psiquiátricas, compreendendo a falta de recursos humanos dentro das instituições de saúde como o grande desafio dos cuidados pela saúde mental.</p>



<p>Enquanto Psicólogos, Terapeutas Ocupacionais e Assistentes Sociais não estiverem inseridos no contexto dos Centros de Saúde, só restará ao Médico de Família prescrever uma medicação ou não fazer nada com as queixas de ordem psicológica.</p>



<p>Por: Paula Portocarrero, MCs</p>



<p>Fonte: <br><br><a href="https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification&amp;utm_medium=push&amp;utm_campaign=1558314">https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification HYPERLINK &#8220;https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification&amp;utm_medium=push&amp;utm_campaign=1558314&#8243;&amp; HYPERLINK &#8220;https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification&amp;utm_medium=push&amp;utm_campaign=1558314&#8243;utm_medium=push HYPERLINK &#8220;https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification&amp;utm_medium=push&amp;utm_campaign=1558314&#8243;&amp; HYPERLINK &#8220;https://www.noticiasaominuto.com/pais/1558314/virus-pode-dar-quadros-neuropsiquiatricos-que-so-daqui-a-meses-veremos?utm_source=notification&amp;utm_medium=push&amp;utm_campaign=1558314&#8243;utm_campaign=1558314</a></p>
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		<title>10 coisas que você pode fazer pela sua saúde mental</title>
		<link>https://tvpsi.tv/10-coisas-que-voce-pode-fazer-pela-sua-saude-mental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 19:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo que a seguir reproduzimos é uma adaptação disponibilizada pela UNIVERSIDADE DE MICHIGAN, extraída de material originalmente produzido pelo Conselho Nacional de Saúde Comportamental Comunitária da Associação Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos - National Mental Health Association / National Council for Community Behavioral Healthcare, USA.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Experimente estas dicas para manter o equilíbrio ou se reequilibrar.</p>



<p><strong>1. Valorize-se:</strong></p>



<p>Trate-se com gentileza e respeito e evite a autocrítica.&nbsp;Reserve tempo para seus hobbies e projetos favoritos ou amplie seus horizontes.&nbsp;Faça palavras cruzadas diariamente, plante um jardim, tenha aulas de dança, aprenda a tocar um instrumento ou torne-se fluente em outro idioma.</p>



<p><strong>2. Cuide do seu corpo:</strong></p>



<p>Cuidar de si mesmo fisicamente pode melhorar sua saúde mental.&nbsp;Tenha certeza de:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Coma refeições nutritivas</li><li>Evite cigarros</li><li>Beba muita água</li><li>Exercício, que ajuda a diminuir a depressão e ansiedade e melhorar o humor</li><li>Durma o suficiente.&nbsp;Os pesquisadores acreditam que a falta de sono contribui para um alto índice de depressão em estudantes universitários.&nbsp;</li></ul>



<p><strong>3. Cerque-se de boas pessoas:</strong></p>



<p>Pessoas com fortes conexões familiares ou sociais são geralmente mais saudáveis ​​do que aquelas que não têm uma rede de apoio.&nbsp;Faça planos com familiares e amigos que o apoiem, ou busque atividades onde você possa conhecer novas pessoas, como um clube, classe ou grupo de apoio.</p>



<p><strong>4. Dê a si mesmo:</strong></p>



<p>Ofereça seu tempo e energia para ajudar outra pessoa.&nbsp;Você se sentirá bem em fazer algo tangível para ajudar alguém que precisa &#8211; e é uma ótima maneira de conhecer novas pessoas.&nbsp;</p>



<p><strong>5. Aprenda a lidar com o estresse:</strong></p>



<p>Goste ou não, o estresse faz parte da vida.&nbsp;Pratique boas habilidades de enfrentamento: faça tai chi, faça exercícios, faça uma caminhada pela natureza, brinque com seu animal de estimação ou tente escrever um diário para reduzir o estresse.&nbsp;Além disso, lembre-se de sorrir e ver o humor na vida.&nbsp;Pesquisas mostram que o riso pode estimular o sistema imunológico, aliviar a dor, relaxar o corpo e reduzir o estresse.</p>



<p><strong>6. Acalme sua mente:</strong></p>



<p>Experimente meditação&nbsp;e/ou oração.&nbsp; Os exercícios de relaxamento e a oração podem melhorar seu estado de espírito e sua visão da vida.&nbsp;Na verdade, pesquisas mostram que a meditação pode ajudá-lo a se sentir calmo e aumentar os efeitos da terapia.</p>



<p><strong>7. Estabeleça metas realistas:</strong></p>



<p>Decida o que deseja alcançar academicamente, profissionalmente e pessoalmente e anote as etapas necessárias para atingir seus objetivos.&nbsp;Mire alto, mas seja realista e não ultrapasse o cronograma.&nbsp;Você terá um enorme senso de realização e autoestima à medida que progride em direção ao seu objetivo.&nbsp;</p>



<p><strong>8. Rompa a monotonia:</strong></p>



<p>Embora nossas rotinas nos tornem mais eficientes e aumentem nossos sentimentos de segurança e proteção, uma pequena mudança de ritmo pode animar uma agenda tediosa.&nbsp;Altere sua rota de corrida, planeje uma viagem, dê um passeio em um parque diferente, pendure algumas fotos novas ou experimente um novo restaurante.&nbsp;</p>



<p><strong>9. Evite álcool e outras drogas:</strong></p>



<p>Mantenha o uso de álcool ao mínimo e evite outras drogas.&nbsp;Às vezes, as pessoas usam álcool e outras drogas para &#8220;se automedicar&#8221;, mas, na verdade, o álcool e outras drogas apenas agravam os problemas.&nbsp;</p>



<p><strong>10. Obtenha ajuda quando precisar:</strong></p>



<p>Buscar ajuda é um sinal de força &#8211; não de fraqueza.&nbsp;E é importante lembrar que o tratamento é eficaz.&nbsp;As pessoas que recebem cuidados adequados podem se recuperar de doenças mentais e vícios e levar uma vida plena e gratificante.&nbsp;</p>



<p><strong>FONTE:</strong><br><em>Universidade de Michigan</em><br><a href="https://umich.edu/">https://umich.edu/</a></p>
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		<title>Pesquisa avalia saúde mental de profissionais de saúde durante pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TVPsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 19:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário no qual a pandemia do novo coronavírus se tornou parte da rotina, pesquisadores do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) vão analisar os impactos deste período na saúde mental dos residentes que trabalham na linha de frente do combate à Covid-19. A ideia do estudo, segundo os pesquisadores, é entender se essas pessoas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um cenário no qual a pandemia do novo coronavírus se tornou parte da rotina, pesquisadores do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) vão analisar os impactos deste período na saúde mental dos residentes que trabalham na linha de frente do combate à Covid-19. A ideia do estudo, segundo os pesquisadores, é entender se essas pessoas apresentam sinais de esgotamento profissional ou doenças mentais, como ansiedade, estresse, problemas do sono e depressão. Podem participar do estudo profissionais da saúde que estejam cursando pós-graduação em regime de residência. A pesquisa está sendo realizada por meio de um questionário online, até 29 de agosto. De acordo com os organizadores, a expectativa é que mais de mil pessoas participem do projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Investigação</h2>



<p>Segundo o médico Cleandro Pires – um dos idealizadores da pesquisa – o tema para o estudo surgiu após os pesquisadores observarem, na prática, o alto grau de estresse que os residentes enfrentam no dia a dia. Ele afirma que também percebeu a publicação de muitos artigos científicos que falam sobre uma possível epidemia de doenças mentais entre os profissionais de saúde durante a pandemia Covid-19 e no pós-pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Etapas da pesquisa</h2>



<p>A enfermeira Rebeca da Nóbrega, uma das pesquisadoras, explica que o estudo passará por etapas de coleta de dados e análise até chegar ao resultado final. Os dados iniciais serão analisados e permitirão identificar pessoas que apresentam algum sinal de esgotamento profissional, bem como estimar a ocorrência de doenças mentais entre esses profissionais. Já quem não apresentar indícios de esgotamento profissional, neste primeiro momento, receberá um novo questionário após 12 semanas, para reavaliação. O segundo formulário vai permitir estimar a incidência de casos novos, assim como identificar fatores de risco para o desenvolvimento da síndrome. Finalizadas as coletas, as informações globais serão avaliadas pelos pesquisadores e publicadas em revistas científicas. Os dados produzidos pela pesquisa auxiliarão no planejamento de medidas de suporte e na atenção à saúde mental dos profissionais de saúde residentes, em todo o país. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) e conta com o apoio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).</p>



<p>FONTE: GLOBO.COM &#8211; DISTRITO FEDERAL</p>
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		<item>
		<title>TV PSI: Rede de Saúde Mental</title>
		<link>https://tvpsi.tv/tvpsi-rede-de-saude-mental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 13:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distúrbios associados a depressão e ansiedade, atingem mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
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<p>A Organização Mundial Saúde tem alertado reiteradamente os governos, as corporações e a sociedade em geral, para o assustador crescimento dos transtornos mentais em todos os pontos do Planeta. Distúrbios associados a depressão e ansiedade, atingem mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
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